Denise Tadei
Site - Flui.Ir
Flu.Ir: conectando doadores e promovendo a dignidade menstrual.
Como projeto integrador do curso de UX e UI Design da Digital House, nosso grupo foi desafiado a criar uma solução baseada em um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Escolhemos a ODS 3 (Saúde e bem-estar ) para atacar um problema de saúde pública e direitos humanos negligenciado: a pobreza menstrual. O objetivo principal do projeto foi conceber uma plataforma capaz de promover a dignidade menstrual, conectando doadores (pessoas e empresas) a populações em situação de vulnerabilidade, além de atuar como um portal de conscientização.
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Definição, persona e arquitetura de informação
Com os dados validados, decidimos que a melhor solução seria criar um website compilador, focado em centralizar informações e organizar o trabalho de ONGs já existentes, em vez de criarmos uma nova ONG do zero.
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Persona: criamos a Karina, uma estudante de 22 anos com arquétipo ativista, cujas principais dores são a falta de locais centrais para doação e o tabu social sobre o tema.
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Sitemap: para organizar a navegação, aplicamos o método de card-sorting, dividindo a plataforma em seções claras: Parceiros, Pontos de Coleta (via mapa), Informações e Aprenda.
A solução final
O resultado da iniciativa Flu.Ir foi a estruturação completa do produto, evoluindo de wireframes de baixa e média fidelidade até a entrega final de um protótipo navegável em alta fidelidade.
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Processo de discovery e pesquisa mista
Para fundamentar nossas decisões e entender a profundidade do problema, executamos um processo de pesquisa abrangente:
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Desk Research (Clipping): mapeamos dados alarmantes, como o fato de que 500 mil mulheres no Brasil vivem nessa situação e 25% já faltaram à escola por vergonha.
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Pesquisa Quantitativa: coletamos respostas de 133 pessoas. O dado mais aplicável para o nosso produto foi que 55% dos respondentes nunca ajudaram porque simplesmente não sabem para onde doar.
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Pesquisa qualitativa: Entrevistamos 6 pessoas, o que nos revelou fortes dores emocionais e a falta de informação de qualidade na mídia tradicional sobre o ciclo menstrual.